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Descoberto por acaso, em 1503, como conseqüência do primeiro naufrágio do Brasil, este lugar encantou o descobridor Américo Vespúcio, fazendo-o narrar em carta toda aquela beleza.
Em 1504 tornou-se a primeira capitania hereditária do Brasil. Foi chamado de muitas formas nas cartas náuticas, prevalecendo o nome do fidalgo português Fernão de Loronha, seu donatário e financiador da expedição que o descobriu.
Conheceu a pirataria dos mares e a presença de outros povos: alemães, franceses, ingleses e holandeses, sendo que estes últimos permaneceram na no arquipélago por 25 anos, entre 1629 e 1654.
Foi presídio comum de Pernambuco (1737/1938), presídio político da União (1938/1942), destacamento misto da II Guerra Mundial (1942/1945), território federal (1942/1988) e, finalmente, reintegrado ao Estado de Pernambuco pela Constituição em 1988.









